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Jovem que diz ter sido agredido por policiais militares tem indenização negada

goo.gl/laqdny | Um fotógrafo que disse ter sido agredido por policiais militares durante um protesto contra o aumento da passagens dos ônibus em Vitória, em Julho de 2011, teve o pedido de indenização negado pela justiça estadual.  Ele queria uma reparação de R$ 200 mil do Governo do Estado.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJ-ES), o fotógrafo contou que, após o protesto, foi retarirado com truculência do ônibus em que estava. Ainda segundo ele, outros jovens também foram vítimas da agressão.

O jovem disse, ainda, que foi algemado e levado para o Batalhão de Missões Especiais (BME). Em seguida, ele foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária de Vitória (DPJ), para ser interrogado.

O fotógrafo também alegou ter sofrido humilhações enquanto prestou esclarecimentos à polícia no DPJ.

Mas, ainda de acordo com o TJ-ES, outra testemunha que estava no ônibus deu uma versão diferente da do fotógrafo. Ela disse que não houve agressão por parte dos policiais e que o fotógrafo não saiu algemado do coletivo.

Em depoimento, o motorista do ônibus disse que também  não se lembra de agressões físicas ou verbais cometidas pelos policiais e que alguns passageiros estavam gritando pelas janelas do ônibus.

Em defesa, o Estado alegou que o jovem e outros manifestantes que estavam no ônibus teriam xingado os policiais que trabalhavam na manifestação.  Eles foram abordados e levados para o BME. O Estado negou que houve abuso de autoridade.

Na decisão, a juíza da 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Municipal, Registros Públicos, Meio Ambiente e Saúde da Capital, Heloisa Cariello, disse que as provas apresentadas não evidenciam que os policiais tenham agido com arbitrariedade ou abuso de poder.

“As provas me convencem de que os militares exerceram seu dever conforme reclamavam as circunstâncias, objetivando tão-somente cessar a agitação causada, restabelecendo, assim, a ordem”, disse a magistrada.

Fonte: G1

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