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Ordem dos Advogados do Brasil cobra instalação de câmeras nas viaturas da Polícia Militar

goo.gl/YJ80QM | A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) cobrou do governo do estado de São Paulo a instalação de câmeras de segurança nas viaturas da Polícia Militar, no início do mês de junho. Em 2010, o governo anunciou que o sistema seria implantado, ele chegou a ser testado, mas não foi instalado. O objetivo é esclarecer crimes que coloquem em dúvida a ação da PM. As informações são do SPTV.

No Rio de Janeiro este sistema foi implantado em 50% das viaturas desde 2013. Esta tecnologia ajudou a esclarecer casos importantes como a morte de um adolescente no morro do Sumaré, em 2014.

Em São Paulo, o sistema foi testado em 2010. Em cada carro foram instaladas quatro câmeras com ângulos de 160° que funcionavam dia e noite. As imagens deveriam ser arquivadas e analisadas nos batalhões.



Em 2011, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) destacou que o uso desse sistema estava transformando a PM e fez promessas como a instalação, ainda naquele ano, de 250 câmeras nas viaturas. Em 2016 não há carros de polícia com a tecnologia.

Estes equipamentos poderiam ter ajudado a esclarecer episódios recentes de perseguições policiais que terminaram em mortes e deixaram dúvidas sobre a ação da PM.

"Se houve através de testemunhas aquele fato, se houve tiro de dentro ou fora do carro, bastaria simplesmente recuperar a gravação para que a sociedade e a justiça pudessem ter segurança sobre o que de fato aconteceu”, afirma Marcos da Costa, presidente da OAB.

“A tecnologia é uma poderosa aliada, porque ajuda a diminuir a margem de dúvidas em relação policial. Ela melhora a confiança da população em relação ao que está sendo feito. Isso ajuda a proteger a população e também a proteger o próprio policial que não vai ficar sempre dependente de testemunhas”, explica Renato Sérgio de Lima, vice-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Publica.

O governo de São Paulo confirma que recebeu o pedido da OAB e o encaminhou para análise da SSP. A Secretaria disse que o sistema de monitoramento foi testado, mas não apresentou viabilidade técnica e econômica para a implantação.

Fonte: G1

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