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Desembargador manda prender delegado condenado por farsa em morte de juiz

goo.gl/wxGh47 | O desembargador Paulo da Cunha expediu novo mandado de prisão em face do delegado da Polícia Civil, Márcio Pieroni, condenado na fraude que visava tumultuar o júri popular que julgava os acusados de assassinar o juiz de direito Leopoldino Marques do Amaral, no ano de 1999.

A decisão, datada do dia 21 de agosto, foi confirmada pela assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Cunha revogou liminar concedida anteriormente em favor do delegado.

No caso, foram condenados o empresário Josino Pereira Guimarães, o irmão dele, Clóves Guimarães, e Márcio Pieroni. Todos foram presos no dia 13 de junho, por determinação da Justiça Federal.

Ocorre que dias depois, Cunha, em decisão liminar, revogou prisão. Em seu reexame, do último dia 21 de agosto, o desembargador considerou que não é a autoridade competente para decidir sobre a questão, por se tratar de condenação na Justiça Federal.

Os nomes teriam instaurado uma investigação fraudulenta, visando levantar a suspeita de que Leopoldino ainda estaria vivo e morando na Bolívia.

A intenção seria evitar o julgamento do empresário, denunciado como mandante do crime.

Os réus foram condenados por diversos crimes, dentre eles formação de quadrilha, denunciação caluniosa, fraude processual, interceptação telefônica para fins não previstos em lei e violação de sepultura.

O magistrado foi encontrado morto no Paraguai, em 1999 com o corpo parcialmente carbonizado e atingido por 2 tiros na cabeça. O juiz havia denunciado um esquema de venda de sentenças judiciais em Mato Grosso.

Por Arthur Santos da Silva
Fonte: www.olhardireto.com.br

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