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Rede já fala em trocar Marina por Joaquim Barbosa para disputar Planalto em 2018

goo.gl/Hirwsy | A Rede pode desistir da candidatura da ex-ministra Marina Silva para a disputa pela Presidência da República nas eleições do ano que vem. No lugar dela, o partido apoiaria o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa. Segundo interlocutores do partido, um convite informal para ele filiar-se à legenda já foi feito. Mas o ex-ministro ainda não se posicionou sobre o pedido.

Na análise de membros da sigla, se o ex-ministro aceitar o convite, o caminho natural é que ele seja o candidato ao Palácio do Planalto. A possibilidade de Marina e Barbosa formarem uma chapa para o pleito de 2018 foi ventilada. No entanto, a Rede quer evitar uma chapa puro-sangue para poder negociar o posto de vice com outros partidos. Formando uma coligação, a legenda conseguiria mais espaço na propaganda eleitoral no rádio e na televisão.

O entendimento interno na Rede é o de que o momento de a ex-senadora concorrer à Presidência já passou, em 2014. Ao colocar na balança os prós e contras de cada um dos cenários, integrantes da sigla confidenciaram ao Aparte que a atual situação de Marina não é favorável. Por mais que ela seja a porta-voz da Rede e seja considerada uma das principais lideranças do partido, as recentes pesquisas estão indicando resultados negativos.

A análise é que ela acumula uma rejeição alta nas pesquisas por conta do clima antipolítico que domina o país e que acabou sendo protagonista nas eleições municipais de 2016. Além disso, ela já disputou a cadeira hoje ocupada por Michel Temer em 2010 e em 2014 e ficou em terceiro lugar nas duas vezes. “Há uma sensação interna de que a candidatura dela não vai decolar, assim como ocorreu anteriormente. Com um nome forte, como o de Joaquim Barbosa, as chances para a disputa são mais reais”, declarou a fonte.

Ainda soma-se a isso, segundo um interlocutor, o histórico de Marina de apoiar partidos e figuras que hoje são alvos de operações contra a corrupção no país, como a Lava Jato. Em 2003, ela foi nomeada ministra do Meio Ambiente do ex-presidente Lula (PT) e em 2014 declarou apoio ao senador Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

Outro fator que preocupa os correligionários é a saúde da ex-ministra. No primeiro semestre, Marina foi internada em Brasília após sentir fortes dores na região abdominal. Por isso, ela ainda é tratada na legenda como uma pessoa frágil. “Se Joaquim Barbosa aceitar ser o candidato, com certeza a Marina deve apoiá-lo. Ela é uma mulher de partido. E, no momento, pelo histórico dele, pela forma positiva que é visto pela sociedade, por compactuar com os valores da Rede, acreditamos que é um ótimo nome”, analisa a fonte.

Por Fransciny Alves e Lucas Ragazzi
Fonte: www.otempo.com.br

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