A promotoria especializada chegou à mesma conclusão de que não houve saudação nazista durante o protesto. O Ministério Público considerou que os manifestantes obedeceram a um convite do orador para que todos erguessem a mão em direção à bandeira do Brasil ou ao quartel do Exército para emanar energias – “o que é culturalmente comum na região, conforme informado pelas testemunhas, relacionado à manifestação religiosa e juramentos”, avaliou a Promotoria.
Fonte: metropoles.com
