Via @portalg1 | Uma advogada foi retirada do plenário, nesta quarta-feira (28), sob suspeita de observar anotações dos jurados durante o julgamento do caso Henry. A medida foi determinada pela juíza Elizabeth Machado Louro, do Tribunal do Júri, por volta das 15h40. Ela foi retirada por um policial militar.
Antes da decisão, a juíza advertiu que ela deixaria a sessão caso fosse novamente vista acompanhando o material dos jurados.
"A gente está aqui para ver, para exercer a advocacia, para aprender. Não sei porque ser tratada dessa forma, como advogada. Eu olhei para baixo, ela achou que eu estava olhando as anotações. As câmeras estão aí, eu não tenho interesse em ver. Eu estava treinando, é importante que eu tenha contato com isso, com o tribunal com isso", acrescentou.
No 4º di do julgamento do caso, testemunhas relataram episódios de violência envolvendo o ex-vereador Jairinho. Filhos de ex-namoradas afirmaram ter sofrido agressões, enquanto uma mulher que se relacionou com ele disse ter sido dopada e estuprada.
Antes da decisão, a juíza advertiu que ela deixaria a sessão caso fosse novamente vista acompanhando o material dos jurados.
Selma Elizabeth Blum afirmou ser amiga de um promotor e disse não ter ligação com as partes envolvidas no processo. Ela declarou ainda ter sido humilhada e negou ter feito qualquer anotação.
"Jamais faria isso. Honro minha classe e a classe de todos advogados. Estou junto com um promotor amigo meu, que não é ligado as partes, vim só acompanhar a sessão. Não fiz anotação nenhuma. Foi exagerado, me humilhou, não merecia", disse Selma.
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| Mulher é retirada do plenário durante júri do caso Henry — Foto: Raoni Alves/g1 Rio |
"A gente está aqui para ver, para exercer a advocacia, para aprender. Não sei porque ser tratada dessa forma, como advogada. Eu olhei para baixo, ela achou que eu estava olhando as anotações. As câmeras estão aí, eu não tenho interesse em ver. Eu estava treinando, é importante que eu tenha contato com isso, com o tribunal com isso", acrescentou.
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| Justiça retoma julgamento do caso Henry Borel; mãe e padrasto são acusados de tortura e homicídio qualificado — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução |
No 4º di do julgamento do caso, testemunhas relataram episódios de violência envolvendo o ex-vereador Jairinho. Filhos de ex-namoradas afirmaram ter sofrido agressões, enquanto uma mulher que se relacionou com ele disse ter sido dopada e estuprada.
Por Henrique Coelho, Raoni Alves, g1 Rio
Fonte: g1

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