http://goo.gl/EUmfzv | A corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conselheira Fátima Nancy Andrigui, afirmou em sessão na terça-feira (19) que vai "tomar providências" contra o juiz do Amapá Reginaldo Gomes Andrade, que protestou vestido de toga contra a corrupção na Avenida FAB, uma das mais movimentadas do Centro de Macapá. Para o presidente do CNJ ministro Ricardo Lewandowisk, o magistrado amapaense cometeu quebra de decoro. O caso aconteceu no sábado (15). Andrade afirmou não ter sido comunidado formalmente, mas adiantou que pretende continuar com a mesma postura.
De acordo com a conselheira Fátima Andrigui, o caso chegou ao conhecimento do CNJ através da imprensa. "Vi a fotografia de um juiz da Comarca de Macapá, que levou seu gabinete para o meio da avenida e vestido de toga, sentou-se em sua mesa em sinal de protesto contra providências que tem deixado o poder judiciário do estado em uma situação calamitosa. Estou de posse da fotografia e na qualidade de corregedora, vou tomar as providências", comentou a conselheira que abrirá processo de investigação sobre a possibilidade quebra de decoro.
"Eu não posso deixar de dizer que esse juiz, ao fazer esse gesto, cometeu uma grave quebra de decoro porque levar uma toga para o meio de uma avenida movimentada de capital é no mínimo exótico. A toga é algo que o magistrado tem de mais sagrado e representa a própria Justiça", completou o presidente do CNJ Ricardo Lewandowisk.
O protesto do juiz amapaense aconteceu em 15 de novembro, data em que é comemorado a Proclamação da República. A atitude chamou a atenção de quem passava pelo local, em frente ao Fórum de Macapá. Durante a manifestação, ele ainda discursou sobre os escândalos políticos envolvendo o governo estadual e federal.
Reginaldo Andrade disse que vai continuar com a mesma postura contra a corrupção. Ele explicou que o uso da toga no protesto foi uma forma de mostrar o cargo que ocupa. "Eu estou garantindo para população do Amapá que continuo juiz diante do interesse do povo, não importando quem seja contrário. A toga é a única coisa que separa o cidadão do estado juízo de direito. Quando eu vou na feira, por exemplo, ninguém sabe que sou juiz. A toga era a única maneira de saber quem eu era", argumentou o magistrado amapaense.
Fonte: g1.globo.com
De acordo com a conselheira Fátima Andrigui, o caso chegou ao conhecimento do CNJ através da imprensa. "Vi a fotografia de um juiz da Comarca de Macapá, que levou seu gabinete para o meio da avenida e vestido de toga, sentou-se em sua mesa em sinal de protesto contra providências que tem deixado o poder judiciário do estado em uma situação calamitosa. Estou de posse da fotografia e na qualidade de corregedora, vou tomar as providências", comentou a conselheira que abrirá processo de investigação sobre a possibilidade quebra de decoro.
"Eu não posso deixar de dizer que esse juiz, ao fazer esse gesto, cometeu uma grave quebra de decoro porque levar uma toga para o meio de uma avenida movimentada de capital é no mínimo exótico. A toga é algo que o magistrado tem de mais sagrado e representa a própria Justiça", completou o presidente do CNJ Ricardo Lewandowisk.
O protesto do juiz amapaense aconteceu em 15 de novembro, data em que é comemorado a Proclamação da República. A atitude chamou a atenção de quem passava pelo local, em frente ao Fórum de Macapá. Durante a manifestação, ele ainda discursou sobre os escândalos políticos envolvendo o governo estadual e federal.
Reginaldo Andrade disse que vai continuar com a mesma postura contra a corrupção. Ele explicou que o uso da toga no protesto foi uma forma de mostrar o cargo que ocupa. "Eu estou garantindo para população do Amapá que continuo juiz diante do interesse do povo, não importando quem seja contrário. A toga é a única coisa que separa o cidadão do estado juízo de direito. Quando eu vou na feira, por exemplo, ninguém sabe que sou juiz. A toga era a única maneira de saber quem eu era", argumentou o magistrado amapaense.
Fonte: g1.globo.com
