http://goo.gl/TmK3zp | Faleceu na manhã desta quinta-feira, 20, aos 79 anos, o ex-ministro da Justiça e um dos principais advogados criminalistas do país, Márcio Thomaz Bastos. Foi presidente da OAB/SP entre 1983 e 1985 e do Conselho Federal da OAB (1987/89) antes de virar ministro da Justiça (2003/07) no governo Lula.
Nascido em Cruzeiro/SP, em 30 de julho de 1935, bacharelou-se em Direito pelas Arcadas (Turma de 1958). Assim que se formou, Thomaz Bastos passou a atuar no escritório que abriu na casa de seu pai. Participou de seu primeiro júri, em 1957, ainda na condição de solicitador acadêmico e dedicou-se ao ramo do Direito Criminal.
Foi vereador pelo PSP em Cruzeiro de 1964 a 1969. Na década de 1970, fixou-se na cidade de SP, onde abriu seu próprio escritório de advocacia criminal. Continuou a atuar no Tribunal de Júri e lograr muitas absolvições, o que lhe garantiu notoriedade. Paralelamente à atuação advocatícia, foi representante das entidades de classe dos advogados.
Aproximou-se do PT em 1990 após a derrota de Lula nas eleições presidenciais. Em 1992, foi um dos redatores do pedido de impeachment do então presidente Fernando Collor. Em 1996, fundou o IDDD - Instituto de Defesa do Direito de Defesa. Com a eleição de Lula em outubro de 2002, foi convidado a assumir o Ministério da Justiça. Dentre suas ações como ministro, destaca-se a aprovação Estatuto do Desarmamento, em 2003; e a aprovação da EC 45, conhecida como a Reforma do Poder Judiciário, em 2004. Deixou o governo em 2007.
Entre defesas e acusações, trabalhou em aproximadamente 700 julgamentos. Atuou na acusação dos assassinos de Chico Mendes, do cantor Lindomar Castilho e do jornalista Pimenta Neves. Durante o julgamento do mensalão, Bastos defendeu o ex-dirigentes do Banco Rural José Roberto Salgado e entrou com reclamação contra o então presidente do STF, JB, questionando o fato de Barbosa não ter levado pedidos da defesa dos réus para análise do plenário do STF. Também atuou na defesa do médico Roger Abdelmassih.
Fonte: migalhas.com.br
Nascido em Cruzeiro/SP, em 30 de julho de 1935, bacharelou-se em Direito pelas Arcadas (Turma de 1958). Assim que se formou, Thomaz Bastos passou a atuar no escritório que abriu na casa de seu pai. Participou de seu primeiro júri, em 1957, ainda na condição de solicitador acadêmico e dedicou-se ao ramo do Direito Criminal.
Foi vereador pelo PSP em Cruzeiro de 1964 a 1969. Na década de 1970, fixou-se na cidade de SP, onde abriu seu próprio escritório de advocacia criminal. Continuou a atuar no Tribunal de Júri e lograr muitas absolvições, o que lhe garantiu notoriedade. Paralelamente à atuação advocatícia, foi representante das entidades de classe dos advogados.
Aproximou-se do PT em 1990 após a derrota de Lula nas eleições presidenciais. Em 1992, foi um dos redatores do pedido de impeachment do então presidente Fernando Collor. Em 1996, fundou o IDDD - Instituto de Defesa do Direito de Defesa. Com a eleição de Lula em outubro de 2002, foi convidado a assumir o Ministério da Justiça. Dentre suas ações como ministro, destaca-se a aprovação Estatuto do Desarmamento, em 2003; e a aprovação da EC 45, conhecida como a Reforma do Poder Judiciário, em 2004. Deixou o governo em 2007.
Entre defesas e acusações, trabalhou em aproximadamente 700 julgamentos. Atuou na acusação dos assassinos de Chico Mendes, do cantor Lindomar Castilho e do jornalista Pimenta Neves. Durante o julgamento do mensalão, Bastos defendeu o ex-dirigentes do Banco Rural José Roberto Salgado e entrou com reclamação contra o então presidente do STF, JB, questionando o fato de Barbosa não ter levado pedidos da defesa dos réus para análise do plenário do STF. Também atuou na defesa do médico Roger Abdelmassih.
Fonte: migalhas.com.br
