Neta de desembargador acusado de estupro foi ouvida na 1ª Audiência de Instrução

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goo.gl/bwYCbc | O primeiro dia da Audiência de Instrução e Julgamento do desembargador aposentado Rafael Romano, acusado de ter estuprado a própria neta, teve a vítima e outras oito testemunhas de acusação ouvidas nesta segunda-feira (16). Segundo a  juíza da 1ª Vara de Crimes contra a Dignidade Sexual de Crianças e Adolescentes, Patrícia Chacon de Oliveira Loureiro, no segundo dia de oitivas, que acontece amanhã (27), 16 testemunhas de defesa devem ser ouvidas. Rafael Romano nega as acusações.

Se no segundo dia todas as testemunhas comparecerem, o próximo ato processual será o interrogatório do réu. Segundo a magistrada, a instrução criminal transcorreu normalmente, não podendo repassar detalhes devido o segredo de justiça previsto no artigo 234-B, do Código Penal Brasileiro.

Rafael Romano, que é ex-juiz da Infância e Juventude, não compareceu à primeira audiência de instrução e julgamento do processo em que é acusado por estupro de vulnerável, pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). O desembargador aposentado foi denunciado pelo Ministério Público (MPE) por abusar sexualmente da própria neta desde os 7 anos de idade. Hoje, a garota tem 15 e os estupros teriam ocorrido ainda quando a jovem tinha 14 anos.

O caso


O ex-juiz da Infância e Juventude Rafael Romano foi denunciado, em fevereiro, no MP-AM por abuso sexual contra a própria neta. A mãe da adolescente, a advogada Luciana Pires, informou que os abusos ocorriam desde que a menina tinha 7 anos.

À época, ela contou ao Portal A Crítica que a jovem decidiu expor a situação após o suicídio de uma amiga da mãe. Luciana disse que a filha só teve coragem por pensar que poderia perder a mãe devido à morte da amiga. Em abril, o MP-AM denunciou Romano à Justiça Estadual por estupro de vulnerável.

Outra denúncia


Após a repercussão do caso, uma ex-funcionária da filha de Rafael Romano também denunciou o desembargador aposentado por abusos sexuais que teriam ocorrido durante o período que a mulher trabalhou para a família. No período dos abusos, a vítima também era menor de idade.

Fonte: www.acritica.com

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