Vida destruída: jovem no Espírito Santo passa 50 dias preso após erro da Justiça

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goo.gl/rB1diw | Um jovem capixaba teve a vida virada do avesso após um erro da Justiça do Espírito Santo. Lucas Araújo de Oliveira ficou 50 dias preso, acusado por um crime que não cometeu e em uma cidade onde nunca esteve. A equipe da TV Vitória/Record TV preparou uma série especial para contar o drama do jovem e de toda a sua família durante semanas.

Em entrevista à repórter Patrícia Battestin, ele contou como foram os dias na prisão. "Foi muito ruim, passei por muita coisa, muita humilhação. No primeiro dia eu chorei muito, fiquei desesperado, querendo falar com meus parentes, porque não tinha conseguido falar com minha mãe ainda", contou Lucas.

O rapaz mora no Espírito Santo há 5 anos, em um bairro da Serra. Logo que chegou da Bahia, Lucas conseguiu seu primeiro emprego de carteira assinada em um supermercado. No entanto, a rotina mudou e os dias passaram a ser em uma cela, com 20 detentos, quando uma quadrilha especializada em furto de motocicletas cruzou o caminho dele.

Os criminosos agiam em Colatina, no noroeste do estado e o crescimento do número de ocorrências despertou a atenção da polícia. "O delegado de Colatina instaurou um inquérito e em um determinado momento uma pessoa foi presa com uma dessas motos furtadas. A partir daí, foi possível identificar um dos integrantes por meio de escuta telefônica e qualificar todos os integrantes da quadrilha", contou o advogado Tiago Figueira.

Ao final das investigações, foi descoberto que um dos bandidos tinha o mesmo nome de Lucas. Por um erro do Ministério Público, um pedido de prisão foi expedido para o jovem que era inocente.  "A juíza acompanhou a manifestação do Ministério Público e determinou a prisão do Lucas aqui da Serra. Foi quando ele foi preso nesse cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido em Colatina", destacou o advogado.

A equipe de reportagem da TV Vitória/Record TV tentou contato com o promotor de Justiça Antônio Carlos Gomes da Silva Júnior, mas foi informada que ele só poderia se manifestar por meio da assessoria de comunicação. Ao tentar conversar com a juíza da 4ª Vara Criminal de Colatina, Paula Moscon,  a repórter Patrícia Battestin foi informada, por um funcionário que ela não estava no local.

Acompanhe a história na primeira parte da reportagem especial!

Fonte: www.folhavitoria.com.br

Um comentário

  1. Cotidiano... é curriqueiro... aliás são simples "pardais". Pardais que nem cantar sabem, e quando graniza nem ao nossos ouvidos soam deveras que pipila. Pardal não tem sequer uma cor definida, ora marrom ou cor indefinida, pardal seus ninhos chamados de entulho, lixos, não tem olhos e se se ausenta nem percebemos. Emfim jovens pardais que não se destaca ou não destacando será sempre pardal.

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