As imagens viralizaram nas redes sociais nos últimos dias, quando foram divulgadas. Porém, o momento ocorreu há cerca de três anos.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, o médico pertencia a uma empresa terceirizada e não atende mais na unidade e nem faz mais parte do quadro de médicos da pasta. A estagiária também não atende mais no local.
A pasta ainda reforçou que repudia qualquer comportamento que fuja da ética no ambiente de trabalho.
Por Alan Cardoso, da CNN*, São Paulo
*Sob supervisão de AR.
Fonte: CNN
