Sem resposta imediata das autoridades, populares formaram um “cordão humano” para abrir caminho e permitir que a ambulância seguisse o atendimento. Segundo um técnico da equipe, um tenente chegou a afirmar que apenas ambulâncias do SAMU poderiam passar, informação que contraria as normas de prioridade no trânsito.
O caso revoltou moradores e alguns participantes da corrida, que criticaram a falta de organização e a demora no apoio às equipes de socorro. Um dos moradores demonstrou indignação ao relatar a falta de empatia e de sensibilidade diante de uma vida em risco, reforçando que situações como essa exigem ação imediata e prioridade absoluta.
Fonte: osertaoenoticia.com.br
