O caso ganhou força em 2024, quando veio a público que ela havia sido aprovada no concurso, mas teve a posse questionada após a circulação de conteúdos relacionados a um perfil em plataforma adulta. À época, a informação se espalhou rapidamente e gerou intenso debate público sobre vida privada, exposição e critérios institucionais.
Após a repercussão, surgiram manifestações em defesa da candidata. Entidades, juristas e movimentos passaram a se posicionar publicamente, apontando que os fatos utilizados para barrar a posse diziam respeito a um período anterior ao concurso e não tinham relação com o exercício da função pública. Os atos de apoio ocorreram tanto em Santa Catarina quanto em outros estados.
Diante da pressão institucional e do debate público, o Ministério Público passou a reavaliar o caso. Depois de análises internas e decisões administrativas, houve entendimento favorável para que a candidata pudesse assumir o cargo para o qual foi aprovada, encerrando o impasse que se arrastava desde a divulgação inicial da polêmica.
Agora, conforme apurado, ela está prestes a iniciar oficialmente a carreira como promotora de Justiça em Santa Catarina. A posse deve ocorrer em breve, dentro do cronograma institucional do MPSC, junto com outros aprovados no mesmo concurso.
O episódio marcou a trajetória da candidata e expôs um debate que extrapolou os limites do estado. A história foi acompanhada de perto por todo o país e se tornou um dos casos mais comentados envolvendo concursos públicos e exposição pessoal nos últimos anos. Com a decisão favorável, o Ministério Público encerra um capítulo que mobilizou opiniões, manifestações e atenção nacional.
