Até o momento, não foi divulgada a data exata em que os dois menores voltarão. No entanto, a chegada deve ocorrer na próxima semana.
Segundo a PCSC, a viagem da dupla já estava programada antes do episódio e não tem relação direta com as investigações.
O caso
Em 16 de janeiro, a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) tomou conhecimento do caso. Moradores da região relataram que o cachorro estava desaparecido e, dias depois, foi encontrado por um de seus cuidadores ferido e agonizando.
O animal não resistiu aos ferimentos e precisou ser submetido à eutanásia.
Quatro adolescentes foram identificados como suspeitos do ato infracional de maus-tratos, com base em imagens de câmeras de segurança e depoimentos colhidos pela polícia.
Caso seja confirmada a participação dos adolescentes, eles responderão por ato infracional, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente.
As medidas socioeducativas variam desde advertência e prestação de serviços à comunidade até liberdade assistida e, em situações excepcionais, internação.
Orelha vivia há anos na Praia Brava e era cuidado informalmente por moradores da região.
Cão Caramelo
A coluna apurou, com exclusividade, que os quatro adolescentes podem ter sido gravados tentando afogar um segundo cão no mar. A reportagem confirmou que as imagens que circulam nas redes sociais viraram objeto de apuração da Polícia Civil.
O delegado Ulisses Gabriel informou que há dois casos de maus-tratos: o do Orelha, em que foi usado um instrumento contundente, e o do cão Caramelo, que foi jogado no mar.
“No caso Caramelo, há vídeo; no caso do Orelha, não há vídeo, mas testemunhas e outros elementos de prova”, afirmou a autoridade policial.
Agora, os investigadores apuram se um caso estaria relacionado ao outro e se os crimes foram cometidos pelos mesmos adolescentes.



