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Mais de 70% dos candidatos REPROVAM na avaliação obrigatória do Exame de Ordem; É justo existir a prova da OAB?

Mais de 70% dos candidatos reprovam na avaliação obrigatória do Exame de Ordem; É justo existir a prova da OAB?
QUAL SUA OPINIÃO? 😳 A existência do Exame de Ordem sempre gera debate. De um lado, quem vê a prova como uma barreira desnecessária. Do outro, quem entende que ela é um filtro mínimo para o exercício da advocacia.

O Exame de Ordem é uma avaliação obrigatória para que bacharéis em Direito possam se inscrever na Ordem dos Advogados do Brasil. Ele foi criado com um objetivo claro: garantir que quem vai atuar diretamente com direitos, patrimônio e liberdade das pessoas tenha domínio mínimo técnico. É uma prova de habilitação profissional.

Atualmente, o Exame acontece três vezes por ano, em duas fases. A primeira é objetiva, com 80 questões em 20 disciplinas. A segunda é prático-profissional, com peça e questões discursivas. A banca responsável é a Fundação Getulio Vargas, a FGV, conhecida e temida pelo seu estilo de elaboração de provas. Questões longas, interpretativas, cobrança de detalhes e exigência de raciocínio jurídico. Não basta apenas decorar a lei seca.

Mas o ponto central não é a prova. É o cenário que levou à prova. O Brasil tem mais de mil faculdades de Direito. Muitas delas com estrutura precária, corpo docente mal remunerado e projeto pedagógico frágil. O resultado é previsível: formam-se bacharéis que não dominam o básico. Nesse contexto, retirar o Exame de Ordem seria transferir o risco diretamente para a sociedade.

E aqui vale a comparação que gerou polêmica recentemente: a Medicina. Há anos se discute a criação de um exame nacional para médicos recém-formados. A proposta enfrentou resistência, mas expôs um fato incômodo: outras profissões também estão percebendo que o diploma, sozinho, já não garante qualidade. O Direito chegou antes a essa conclusão.

O Exame de Ordem funciona, portanto, como um filtro. Muitas vezes imperfeito? Sim. Cansativo? Muito. Exigente? Sem dúvidas. Mas é necessário.

O alto índice de reprovação é um fato, cerca de 80% dos candidatos não obtém êxito. Sintoma de faculdades que vendem sonhos sem entregar formação adequada e de alunos que passam cinco anos sem uma preparação específica.

O Exame de Ordem deveria acabar?

Defender o fim do Exame sem enfrentar a raiz do problema é enxugar gelo. Enquanto a qualidade do ensino jurídico não for levada a sério, o Exame de Ordem cumpre um papel duro, porém essencial: proteger a profissão e, principalmente, quem depende dela.

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