O deputado federal Paulinho da Força, presidente do Solidariedade e relator do projeto, emitiu nota de repúdio ao anúncio do presidente — feito durante cerimônia no Palácio do Planalto.
Segundo o parlamentar, ao vetar o projeto, Lula "desconsidera a construção coletiva do Congresso e reabre tensões que já haviam sido superadas".
Além disso, envia um sinal perigoso "de que o Brasil não busca a paz institucional, mas o confronto permanente".
"Estou trabalhando para derrubar esse veto e contribuir para a pacificação institucional do Brasil, com firmeza, responsabilidade e compromisso com a democracia", prosseguiu o deputado.
O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido na Câmara, publicou um texto em suas redes sociais no qual afirmou que Lula "sabe que o veto será derrubado na primeira sessão do Congresso".
Sóstenes mencionou também que o veto é a prova do "ódio que ele [Lula] e a esquerda tem dos patriotas, da direita e dos conservadores".
Já o deputado federal Onyx Lorenzoni (PL-RJ) criticou o governo e classificou a decisão como "calculada" e "cruel". Segundo ele, trata-se de um ato de "vingança".
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, também se posicionou nas redes após o veto. Ele também chamou o veto de "vingança".
"O que se assiste não é Justiça, é vingança, não é democracia, é exceção permanente", afirmou.
- Esta reportagem está em atualização
Por Redação g1 — Brasília
Fonte: g1
