De acordo com as investigações, Daiana Schuinsekel de Almeida gravava as agressões e vendia os vídeos em plataformas semelhantes ao Discord para pessoas de países da Europa.
Ela foi reconhecida por conta de uma tatuagem e marcas nas pernas, e vai responder pelos crimes de maus-tratos, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência.
Segundo a polícia, Daiana tinha uma produtora de vídeos de sadismo e disse que vendia esses vídeos na Europa por 20 a 50 euros, dependendo do conteúdo.
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| Daiana Schuinsekel de Almeida foi presa na casa dela nesta quinta-feira (28). — Foto: Reprodução/TV Globo |
A advogada Camila Almeida Guilherme, que assumiu a defesa de Daiana Schuinsekel de Almeida, informou que "neste primeiro momento a defesa irá se inteirar dos fatos e posteriormente emitiremos uma nota à imprensa".
A investigação começou após uma ONG da Bulgária denunciar os crimes à Polícia Federal brasileira. A entidade teve acesso aos vídeos e encaminhou o material às autoridades.
O caso foi repassado à Polícia Civil de São Paulo, que iniciou a investigação conduzida por agentes da Delegacia de Crimes contra os Animais, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC),
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| Daiana Schuinsekel de Almeida foi presa na casa dela nesta quinta-feira (8), acusada de maus tratos a animais e zoosadismo. — Foto: Reprodução/TV Globo |
Ainda segundo os investigadores, a mulher matava animais como coelhos, pintinhos e gatos usando os pés. A polícia apura há quanto tempo os crimes eram praticados e quantos vídeos teriam sido comercializados.
A suspeita foi presa no Centro de São Paulo e o caso segue em investigação. Na casa dela, os policiais apreenderam os sapatos usados nos vídeos de tortura, como prova dos crimes atribuídos à empresária.
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| Daiana Schuinsekel de Almeida foi presa na casa dela nesta quinta-feira (8), acusada de maus tratos a animais e zoosadismo. — Foto: Reprodução/TV Globo |
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| Daiana Schuinsekel de Almeida foi presa na casa dela nesta quinta-feira (8). — Foto: Reprodução/TV Globo |
Por Patrícia Marques, Rodrigo Rodrigues, TV Globo e g1 SP — São Paulo
Fonte: g1

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