De acordo com o Estadão, o executivo citado na reportagem é Daniel Augustus Bichetti Silva, apontado como um dos responsáveis por um esquema de crimes cibernéticos investigado em operação da Polícia Federal com apoio do FBI. Conforme o jornal, ele foi condenado a mais de 390 anos de prisão em processos relacionados aos crimes.
A parceria da OAB prevê a disponibilização de uma ferramenta de inteligência artificial para advogados, com foco em pesquisas jurídicas e apoio à atividade profissional.
OAB diz que dados da advocacia não são compartilhados
Em resposta à repercussão do caso, a OAB afirmou que não compartilha sua base de dados com empresas contratadas ou conveniadas e que a parceria não envolve acesso às informações da advocacia brasileira. A entidade destacou que o convênio tem como objetivo oferecer ferramentas tecnológicas aos profissionais inscritos na Ordem.
Empresa se manifesta
A Forlex também divulgou posicionamento afirmando que os fatos envolvendo o sócio ocorreram há mais de uma década e não guardam relação com as atividades atuais da empresa. Segundo a companhia, a plataforma opera em conformidade com a legislação e adota práticas voltadas à segurança da informação e à proteção de dados.
Debate sobre tecnologia e segurança
O episódio ocorre em um momento em que a própria OAB intensifica discussões sobre o uso de inteligência artificial na advocacia e a necessidade de garantir segurança no tratamento de dados jurídicos. A entidade também tem atuado no combate a golpes digitais que utilizam informações de processos e a identidade de advogados para fraudes.
Matéria gerada com IA.
