Enquanto o debate acontecia, a Record exibiu uma entrevista exclusiva com Lula. Tanto ele quanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) optaram por não participar da discussão entre candidatos.
“Ao invés de contribuir com a Democracia, [a Record] chamou aquele bêbado safado para fazer monólogo”, criticou Renan. Apenas ele, o psiquiatra Augusto Cury (Avante) e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) compareceram ao debate.
“A Record, uma emissora que está se comportando como moleque. Está se entregando ao Lula agora porque aparentemente está envolvida em um escândalo de corrupção com alguns de seus donos no Digimais”, disparou o candidato do Missão.
Também sobrou para Flávio Bolsonaro, chamado de “outro cagão” por Renan. Na chegada ao debate, ele levou fraldas para ironizar os candidatos do PT e PL, os chamando de “covardes” e “medrosos”.
“Record, se comporte como um lugar amigo da Democracia, e não como puxa-saco de ladrão”, concluiu.
Banho de sangue
Durante o primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República, realizado pela Band neste domingo, 23, Renan Santos (Missão) afirmou que pretende iniciar em seu eventual governo um “banho de sangue contra os membros das facções”.
O candidato disse que enviaria tropas para favelas do Rio de Janeiro e para áreas do Ceará e da Bahia com o objetivo de retomar territórios que, segundo ele, estão sob domínio do Comando Vermelho e de outras organizações criminosas.
"Eu vou iniciar um banho de sangue contra os membros das facções. Nós vamos passar a rapa nesses caras. (...) O que eu preciso? Retomar o território brasileiro e logo em seguida fazer reformas econômicas que vão permitir, aí sim, que você consiga comprar um celular e não se endividar, e depois andar na rua sem ninguém roubar ele", afirmou.
Fonte: em.com.br e @exame
