De acordo com relatos obtidos pela reportagem, a mulher se dirigiu ao jovem com insultos homofóbicos ao reclamar do atendimento, gritando "fala direito, viado". Testemunhas relatam que o estagiário ficou abalado com a agressão verbal.
A direção de atendimento do setor foi acionada para conter a situação. Ao chegar ao balcão, a diretora e a supervisora também viraram alvo das ofensas. A suspeita passou a desmerecer profissionais e servidores presentes, afirmando que a diretora, descrita como mulher branca de aparência cisgênero, seria a única "doutora" e a única que não correria risco no espaço.
A confusão aconteceu diante de um policial militar, um bombeiro civil, partes que aguardavam atendimento e servidores de outros setores. O caso foi levado a uma delegacia especializada, onde foi registrado o Boletim de Ocorrência.
Procurado pela reportagem para comentar o episódio e as medidas adotadas nas dependências da corte, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) não enviou retorno até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestação.
Por Claudia Cardozo
Fonte: bnews.com.br
