Moraes defende que os dois casos sejam julgados em conjunto. Segundo ele, os procedimentos estão relacionados e a análise separada poderia provocar decisões contraditórias e tumulto processual.
Mendonça, por outro lado, defende que os processos permaneçam separados, mantendo a análise das condutas atribuídas a cada ministro em procedimentos distintos.
O presidente do STF, Edson Fachin, votou para manter os casos separados. Já Flávio Dino e Cristiano Zanin divergiram e defenderam a análise conjunta.
A discussão ocorre em meio a uma crise interna no Supremo provocada pelo caso Banco Master e por acusações trocadas publicamente entre Moraes e Mendonça durante a sessão.
