O episódio ocorreu quando a advogada se recusou a receber intimações e entrou em confronto verbal com duas oficiais de Justiça que estavam em serviço. De acordo com relatos sobre a ocorrência, ela teria tomado documentos das mãos das servidoras e os jogado no chão, além de fazer acusações contra um integrante do Judiciário.
Imagens gravadas por pessoas que estavam no local circularam nas redes sociais. Nos vídeos, Adriana afirma estar sendo perseguida pelo desembargador Tutmés Airan, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL). Após o tumulto, ela precisou ser acompanhada por policiais para deixar o prédio, conforme relatos de testemunhas.
Em nota, a Almagis repudiou o episódio e classificou a conduta como uma afronta à dignidade do Poder Judiciário. A entidade informou ainda que está adotando medidas legais relacionadas ao caso.
O Sindicato dos Oficiais de Justiça do Estado de Alagoas (Sindojus/AL) também se manifestou, prestou solidariedade às servidoras envolvidas e informou que tomará providências administrativas e jurídicas para resguardar os direitos e as prerrogativas da categoria.
Procurado para comentar o ocorrido e informar sobre o andamento das apurações, o Tribunal de Justiça de Alagoas informou, por meio da assessoria de comunicação, que não irá se pronunciar sobre o episódio.
