— O Pedro chegou do Rio de Janeiro extremamente desorientado. Ele é um menino que tem histórico psiquiátrico desde 2016. Diante dessa situação, desse estado que ele chegou em Curitiba, nós o levamos para consultas médicas e os psiquiatras entenderam que o melhor a ser feito é a internação — explica Niva Maria, advogada do vendedor de flores.
No laudo psiquiátrico ao qual o EXTRA teve acesso, o médico em questão relata que Pedro era usuário de canabis, mas estava em abstinência há 20 dias.
"Encaminho paciente em questão para avaliação psiquiátrica por provável surto psicótico. Na chega em nosso serviço, apresentava inquietação psicomotora e alteração do sono-vigília".
Procurada, a família não quis se manifestar até o fechamento desta reportagem.
Por Leonardo Ribeiro — Rio de Janeiro
Fonte: extra.globo.com
