O delegado Leandro Piquet se manifestou em uma rede social e cita que o delegado da região está ciente da situação e empenhado no caso. Ele ainda reforça que medidas judiciais já estão em andamento e cita o trabalho em conjunto para que a justiça seja feita.
"O caso aconteceu domingo passado (14/07), o que impede a prisão em flagrante, mas todas as medidas judiciais possíveis, inclusive com pedido de mandado de prisão, já estão no radar do delegado e com certeza nós iremos realizar a justiça com quem fez essa atrocidade. Esse é um trabalho em conjunto da Polícia Militar, Polícia Civil, ONG’S e protetores em prol da causa animal", disse o delegado.
A presidente da CPI dos Maus-Tratos, a deputada estadual Janete de Sá, também publicou um vídeo em que se manifesta sobre a gravação. Ela cita a crueldade deste crime e pede para que todos colaborem para que a autora seja identificada e punida pelas autoridades competentes.
"A CPI dos Maus-Tratos recebeu um vídeo impactante em que uma mulher mata com requintes de crueldade, a machadada, um cachorro. Possivelmente isso aconteceu no município de Afonso Cláudio. Eu peço a todos vocês que estão me assistindo que, caso saibam quem é a autora deste crime covarde e cruel, que informem imediatamente para que a gente possa estar tomando as medidas cabíveis para poder estar identificando e punindo esta covarde, que comete esse crime cruel contra um animal indefeso”, destacou a presidente da Comissão.
Em nota, a assessoria da Polícia Civil informou que não tem a possibilidade de atualizar investigações em andamento nos finais de semana, pois, para realizar a consulta, dependemos do expediente administrativo das Delegacias Especializadas e Distritais, que operam de segunda a sexta-feira, em dias úteis. Durante os finais de semana, feriados e pontos facultativos, a assessoria só tem acesso às ocorrências e autuações das Delegacias atendidas pela Central de Teleflagrante.
Por Thaiz Lepaus
Fonte: https://www.agazeta.com.br/es/policia/cpi-dos-maus-tratos-e-delegacia-investigam-assassinato-brutal-de-cachorro-no-es-0226
