Segundo a denúncia do MP, ela primeiro se referiu a um funcionário do bar como “negro” de forma pejorativa. Na sequência, ao deixar o local, usou a palavra “mono”, que na língua espanhola se refere a macaco de forma racista, e imitou gestos do animal.
Por último, segundo a promotoria, usou a expressão “negros de m…” e “monos”, além de voltar a imitar macacos, de forma racista.
Um vídeo viralizou e iniciou a investigação da Polícia Civil do Rio. Ela negou as acusações.
Para o MP, houve intenção de humilhar os funcionários do bar, e Agostina agiu de forma repetida, mesmo tendo sido avisada que sua conduta configura crime no Brasil.
A decisão diz ainda que o pedido de prisão de Agostina se fundamenta pelo risco de fuga da advogada argentina, que segue no Brasil, e pelo comportamento dela que repetiu as ofensas de forma reiterada.
O g1 tenta contato com Agostina Páez.
Por Henrique Coelho, g1 Rio
Fonte: g1
