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Antes de ameaçar d3capit4r ex, policial arrastou mulher pelos cabelos. Veja vídeo

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[ Assista AQUI ] Via @metropoles | Informações da Polícia Civil do Estado do Amazonas (PCAM) apontam que, antes de ameaçar decapitar a ex-companheira e “jogar bola” com a cabeça dela, o policial civil aposentado Divoney Perasa de Souza (foto em destaque) retirou a vítima à força de sua residência, puxando-a pelos cabelos para dentro do carro, e a ameaçou com uma arma de fogo durante todo o tempo.

De acordo com a delegada Patrícia Leão, Divoney chegou, inclusive, a segui-la até a delegacia quando ela foi registrar a ocorrência contra ele.

No início da tarde desta quarta (8/4), um mandado de prisão foi expedido em nome do policial aposentado. Agora, ele é considerado procurado pela Polícia Civil.

Ameaças explícitas

Em um vídeo que circula nas redes sociais, Divoney faz ameaças explícitas à ex-companheira: “Quando a gente terminar eu vou te matar. Vou te matar. ‘Tô’ te falando sério! Pode gravar, manda lá para a Delegacia da Mulher para aumentar minha condição restritiva. Eu vou te decapitar, vou jogar bola com a tua cabeça lá na frente da cervejaria, lá no lanche”, diz.

Ainda que tenha atuado nas forças de segurança do estado amazonense, o aposentado já responde por outros crimes.

Em janeiro de 2025, o 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP) divulgou a imagem do policial aposentado, informando que ele era procurado pelo crime de extorsão mediante sequestro, que resultou em um prejuízo superior a R$ 71 mil para a vítima.

O crime aconteceu no dia 13 de dezembro de 2024, por volta das 20h30, na saída de um restaurante localizado na Avenida Torquato Tapajós, zona norte de Manaus.

À época, o delegado Wenceslan Queiroz, titular do 12º DIP, informou que, no dia do crime, Divoney, junto a outros quatro indivíduos, observou a vítima saindo do restaurante e realizou a abordagem. Todos os criminosos estavam armados.

“O grupo, sob grave ameaça, obrigou a vítima a entrar em seu próprio veículo. Durante o sequestro, ela foi agredida fisicamente e forçada a realizar transferências bancárias via Pix, totalizando mais de R$ 71 mil”, explicou.

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Por Letícia Guedes
Fonte: metropoles.com

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