Entenda
Em 30 de março, Bruno processou o Facebook. Na ação, ele afirmou que seu perfil profissional no Instagram foi alvo de falhas de funcionamento, induzindo terceiros a acreditarem que a conta havia sido excluída ou desativada, ocorrendo clara restrição de visibilidade.
O goleiro disse que o perfil segue ativo, mas que “desapareceu” para o público brasileiro. Ele explicou que a restrição prejudica sua presença digital, reduzindo seu alcance, credibilidade e engajamento.
Pedidos
Bruno Fernandes pediu uma liminar para restabelecer imediatamente o funcionamento regular de sua página, cessando a restrição incidente. O pleito foi negado em 31 de março após o juiz entender que o caso não envolve perigo de dano.
Como pedido principal, Bruno pediu, além da resolução do problema operacional, uma indenização de R$ 30 mil por danos morais.
Audiência e pedido de Bruno
O juiz do 1º Juizado Especial Cível de Campos dos Goytacazes marcou uma audiência de conciliação entre as partes a ser realizada em maio. Em 8 de abril, Bruno Fernandes pediu para participar virtualmente da audiência.
Na segunda-feira (13/4), o jogador teve o pleito negado pelo magistrado. O juiz observou que as audiências são, em regra, presenciais, e que o craque não apresentou motivos que o impeçam de comparecer ao tribunal.
Foragido
Vale lembrar que um mandado de prisão foi expedido em 5 de março após a Vara de Execuções Penais entender que o goleiro Bruno descumpriu uma das condições de sua liberdade condicional.
Bruno Fernandes foi preso em 2010 pelo assassinato da ex-namorada, Eliza Samúdio. O paradeiro do jogador é incerto, tornando-o foragido desde o não cumprimento do mandado.
Por Fábia Oliveira
Fonte: metropoles.com

