As imagens foram dissipadas, de acordo com a corporação, em redes sociais e grupos de mensagem após a mulher ter acesso ao material por meio do celular do filho adolescente. A investigação teve início no último dia 13 de maio, quando a família da menor de idade procurou a PC para denunciar o crime.
Os familiares da vítima tiveram conhecimento do vídeo ao verem a jovem ser exposta em grupos coletivos da cidade. Ao tomar conhecimento da ilegalidade, a PC iniciou buscas para identificar a origem do compartilhamento, chegando até a sogra da menor.
A mulher acabou sendo indiciada pelo crime de divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de vulnerável, de cena de sexo ou de pornografia. Caso seja condenada, a mulher pode pegar uma pena de até cinco anos de prisão.
Por Pedro Moura
Fonte: maisgoias.com.br
