Segundo o registro da ocorrência obtido pela coluna, o caso aconteceu por volta das 14h42, durante o procedimento de entrada de advogados na unidade.
Ao passar pelo equipamento de escaneamento corporal, os policiais penais viram imagens suspeitas na varredura do corpo do advogado e ao ser questionado, ele confirmou que estava com os objetos.
Ainda de acordo com o documento, ele contou que a bebida seria entregue ao detento Raullan Francisco Gomes de Oliveira. Já os chips seriam entregues ao preso Bruno Pereira de Souza.
Os dois invólucros e os 100 chips foram apreendidos e lacrados, seguindo os procedimentos para preservar as provas.
O Tribunal de Defesa de Prerrogativas (TDP) da OAB foi acionado e acompanhou toda a ocorrência.
A coluna não conseguiu localizar e contatar o advogado. O espaço permanece aberto.
Por Giovanna Sfalsin e Mirelle Pinheiro
Fonte: metropoles.com

