A situação se complicou ainda mais porque a certidão descreve características físicas que não correspondem às suas. A mulher mencionada no documento é branca com cabelo preto comprido, enquanto Rose tem aparência diferente. Apesar das evidências do erro, sem uma decisão judicial favorável, o registro permanece ativo.
Durante esse período conturbado, Rose buscou ajuda em várias instituições como cartórios e a polícia federal e acionou o Ministério Público na tentativa de resolver a questão. No entanto, sua condição legal continua inalterada.
Além dos problemas legais e financeiros causados pelo erro burocrático, cuidar da saúde tornou-se um desafio significativo para Rose. Sem um CPF válido nos sistemas públicos de saúde, ela enfrenta dificuldades para receber atendimento médico adequado.
O caso foi formalmente registrado pela polícia federal e está sob investigação do Ministério Público. Enquanto aguarda por justiça e reconhecimento oficial da sua existência legalmente válida pelas autoridades competentes brasileiras, Rose vive as consequências diárias dessa falha administrativa persistente.
Fonte: R7
