Ao g1, o TRE informou que um juiz eleitoral foi até o local de votação após a repercussão e conversou com os mesários, que informaram se tratar de uma carteira funcional. Eles registraram essa informação em ata a pedido do juiz.
Ainda conforme o TRE, imagens do ministro chegando no local comprovam a versão dos mesários.
Nascido na cidade, o ministro mantém o domicílio eleitoral no município e se deslocou de Brasília para participar da votação. Gilmar votou na Escola Estadual Plácido de Castro, no Centro Histórico de Diamantino. Ele deixou o local sem falar com a imprensa.
A família do ministro tem ligação com a política local, e Gilmar mantém o vínculo eleitoral com a cidade onde nasceu. O decano do STF participa da corte desde 2002 ocupando a vaga deixada pela aposentadoria do ministro Néri da Silveira.
A indicação foi feita pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.
Por Redação g1 MT
Fonte: g1
