Em nota oficial, a Defensoria repudiou o ocorrido, confirmou o desligamento imediato do estagiário e informou que adotará todas as medidas legais cabíveis.
A instituição classificou o episódio como um ato libidinoso e afirmou que a conduta é incompatível com os princípios que orientam o funcionamento do órgão.
“Trata-se de uma conduta inaceitável e incompatível com os valores da Instituição”, declarou a Defensoria.
Na manifestação, o órgão ressaltou que ética, respeito, integridade e responsabilidade são princípios inegociáveis.
“Não toleramos comportamentos que afrontem a dignidade do ambiente institucional e comprometam nossa missão”, destacou.
A coluna solicitou esclarecimentos adicionais à Defensoria Pública e procurou o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Por Manoela Alcântara
Fonte: metropoles.com
