Segundo a publicação do jornalista Fábio Zanini, aliados e advogados o convenceram a não insistir nesse assunto por dois motivos: a primeira é a fragilidade jurídica e a falta de argumentos concretos, além da configuração desfavorável do TSE e STF. A outra questão é política. A tentativa de anular o pleito poderia jogar o país num ambiente de incerteza institucional, impactando a carreira do próprio senador.
Os aliados citaram que ele é jovem e conseguiu quase 60 milhões de votos. Ou seja, ainda teria um futuro promissor. Entre os defensores do recuo estaria o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Flávio, então, deve ajuizar uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) para pedir a cassação da chapa de Lula por abuso de poder econômico, devido às medidas eleitoreiras. Esta, contudo, é considerada rotineira e sem um impacto real.
O presidente Lula garantiu a reeleição no domingo com 51,79% dos votos válidos contra 48,21% de Flávio Bolsonaro. Em números absolutos, foram 64.256.232 para o petista diante de 59.826.041 do candidato do PL. A diferença foi de mais 4 milhões.
Por Francisco Costa - Goiânia, GO
Fonte: maisgoias.com.br
