Segundo a vítima, os criminosos usaram o nome e a foto de sua verdadeira advogada e apresentaram informações relacionadas a um processo judicial. Depois, um suposto funcionário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) orientou Idalina a realizar procedimentos pelo aplicativo do banco.
Ao inserir um código “copia e cola”, ela percebeu que havia feito uma transferência via Pix. Segundo Idalina, os golpistas também utilizaram limites de crédito disponíveis na conta.
A fraude foi descoberta após a irmã procurar o escritório da advogada, que negou ter solicitado qualquer transferência. Amigos e familiares organizaram uma campanha para ajudar Idalina.
