Apaixonada por doces: a advogada decidiu pela confeitaria para ser mais feliz

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goo.gl/jXrjEM | A Roberta Schwanke sempre foi apaixonada por confeitaria. Aos 12 anos já fazia trufas para vender para amigos e familiares , depois bolos, brigadeiros, bombons. Ela já tinha certeza que queria muito trabalhar com confeitaria, mas mesmo assim, aos 17 anos, começou a faculdade de Direito. Se tornou advogada, fez  duas pós graduações e começou a trabalhar no Tribunal de Justiça do Paraná, mas  nunca abandonou a confeitaria. “Sempre que podia eu trabalhava com meus doces em paralelo… vendia meus bombons e outros doces na faculdade e em todos os lugares que estagiei e depois que trabalhei também”.

Além de fazer várias festas durante o ano ainda trabalhava com as temporadas de páscoa e natal. Foi se sentindo mais confiante e criou uma marca, mas decidiu ficar no trabalho até começar a dar certo. Em 3 meses teve que sair do Tribunal para se dedicar totalmente ao ateliê. Ela tinha certeza do que queria, já tinha muitos clientes e mesmo assim enfrentou resistência da família. “Achavam loucura, então além de enfrentar as dificuldades de se abrir a própria empresa, eu tive que brigar muito e persistir a cada obstáculo para provar que um dia valeria a pena! Mas, também tenho que ressaltar, que mesmo contra, eles sempre fizeram tudo para dar certo”.

Foto: Gabriel Rega

A  confeiteira autodidata segue o seu caminho e diz que está muito mais feliz. Para se destacar ela aposta em inovação. “Minha cabeça não para, se eu lanço um produto hoje já tenho mais uma lista em mente”. Ela também não acredita que a concorrência no ramo de doces seja um problema . “Acho que sempre tem espaço para  quem trabalha com dedicação e amor! Porque cozinhar é isso! Quem visa apenas o lucro está no lugar errado”.

As dicas da Roberta


-Acho que a primeira é ter visão, olhar para o seu negócio sempre pensando na inovação, ter ideias e colocá-las em prática! Uma ideia genial dentro da gaveta não serve pra nada, temos que ter coragem para executar! A mesma que tivemos que ter para a decisão de mudança, e que nos deparamos tantas outras vezes ao longo da jornada empreendedora! Arriscar é preciso!

Foto: Gabriel Rega

-A segunda dica é ter organização, estrutural e financeira! A busca por fornecedores de confiança, com melhores preços e condições de pagamento e uma linha de produção organizada faz com que o tempo seja otimizado e que não tenha desperdício de matéria prima, entre outras coisas, no final, se colocado tudo na ponta do lápis isso vira dinheiro! E então, tendo um bom planejamento financeiro é só aplicar esse dinheiro de forma correta!

-A última dica, é manter sempre a qualidade do produto/serviço! Estabelecer um padrão e fiscalizar para que ele seja cumprido, cuidar desde os pequenos detalhes para que todo e qualquer produto fique perfeito!

facebook.com/Roberta Schwanke Gastronomia 

Por Vanessa Brollo
Fonte: partiuplanob.com.br

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