Segundo a PC, a situação teve início após a emissão de relatórios e manifestações ministeriais desfavoráveis ao investigado. A partir disso, ele passou a praticar atos de intimidação, coação, ameaça e constrangimento contra as autoridades responsáveis pelo procedimento, por meio do envio de áudios com conteúdo ofensivo, além de ligações telefônicas frequentes à unidade policial e à sede da Promotoria.
O homem utilizava expressões pejorativas como “incompetente”, “pilantra” e “delegado covarde”, além de utilizar palavras ofensivas e ameaçadoras contra o promotor, tais como “palhaço”, “covarde”, “idiota”, “zé-ruela” e a frase “vamos falar cara a cara no meio da rua”.
De acordo com as investigações, ele também apresentou, de forma repetida e abusiva, denúncias infundadas contra o promotor e o delegado, com o objetivo de prejudicar e intimidar os servidores para que se manifestassem a seu favor. Por esse motivo, as denúncias foram arquivadas.
A Justiça também impôs ao investigado medidas cautelares, entre elas a proibição de acesso e permanência em delegacias e na sede do Ministério Público, além da proibição de contato com as vítimas e testemunhas.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para apurar a possível prática de outros crimes cometidos por meio de mensagens, ligações telefônicas e postagens em redes sociais.
Por Luanna Marques
Fonte: maisgoias.com.br
