A instituição justificou que o tratamento dessas informações deve proteger estritamente a intimidade e a privacidade das pessoas envolvidas.
— O tratamento de informações pessoais deve observar, de forma estrita, a proteção à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem das pessoas, bem como às liberdades e garantias individuais — declarou a PF.
O pedido original previa que os dados sensíveis fossem ocultados caso houvesse sigilo parcial. Apesar disso, a Polícia Federal optou por manter a restrição de forma integral sobre todo o documento com os nomes dos visitantes.
Atualmente, Daniel Vorcaro negocia um acordo de delação premiada com as autoridades. Segundo apurações, o banqueiro apresenta resistência à exigência de devolução de ativos, que costuma ser uma contrapartida padrão nesse tipo de negociação. A PF rejeitou a primeira proposta na última quarta-feira (20).
