A investigação policial revelou que todas as ações da criança foram dirigidas pelo pai. O homem não possuía antecedentes criminais e trabalhava como motorista por aplicativo. Durante uma parada para abastecimento próximo à oficina, ele observou as baterias expostas e decidiu furtar utilizando seu filho.
Após tomar conhecimento do crime através das imagens obtidas pela polícia, equipes iniciaram diligências para localizar os envolvidos. A abordagem ao veículo ocorreu durante a noite e inicialmente o suspeito negou envolvimento até ser confrontado com as evidências visuais.
O homem pode enfrentar acusações por furto qualificado e corrupção de menores, crimes que podem resultar em pena de até três anos de prisão. Este caso levanta preocupações sobre como algumas pessoas exploram brechas na legislação destinada à proteção infantil para encobrir atividades criminosas.
Fonte: R7
