De acordo com Paiva, os denunciantes chegaram a transcrever seus vídeos e pediram medidas que incluíam a cassação de sua licença. A advogada nega qualquer irregularidade na conduta e afirma que a iniciativa do pró-bono partiu da identificação de uma necessidade real da cliente.
Na prática, o caso expõe a discussão sobre os limites entre divulgação profissional de atendimentos gratuitos e as regras de publicidade previstas no Código de Ética da OAB. Paiva afirma que pretende manter o foco no trabalho com clientes, sem responder às críticas com novas representações.
Fonte: @law.letter
