O número de exonerações equivale, por exemplo, a cerca de 12 batalhões da Polícia Militar, considerando uma unidade com 500 policiais. Se os 6 mil exonerados deixassem o governo ao mesmo tempo, seriam necessários aproximadamente 120 ônibus lotados para levá-los embora.
A medida gerou uma economia projetada até dezembro de 2026 da ordem de R$ 221 milhões. Este número considera apenas os cargos que continuam vagos. Para ser mais exato, foram 6.145 exonerações contra 2.496 contratações.
A mudança também alcança os critérios para ocupar cargos comissionados no governo Ricardo Couto. Desde março, as nomeações para o primeiro escalão passaram a ser compostas, em sua maioria, por servidores de carreira.
Em todos os níveis, os indicados para cargos comissionados passam por avaliação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
Por Octavio Guedes
Fonte: g1
