Após a avaliação inicial, ela foi encaminhada para terapia hormonal e submetida a cirurgias irreversíveis, incluindo a retirada das mamas e do útero. Anos depois, a paciente relata arrependimento pelas decisões tomadas.
A ação questiona a qualidade da avaliação clínica e o nível de informação fornecido antes das intervenções. Ela afirma que não recebeu orientação psicológica adequada, nem esclarecimentos suficientes sobre os riscos e consequências permanentes dos tratamentos.
O processo, ainda em andamento, levanta discussões sobre critérios médicos, dever de cuidado e a necessidade de avaliações rigorosas antes de procedimentos definitivos.
Especialistas destacam que casos de arrependimento são raros. No entanto, o episódio reforça a importância de tratar o tema com cautela e análise individual, sem a utilização de generalizações.
Fonte: @tesejuridica
