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Jovem tenta indenização na Justiça um ano depois de ter perdido braço em acidente de trem

goo.gl/FjTVyb | Um ano depois de perder um braço após acidente num trem da Supervia, Naiara de Souza Ramalho Vacarri, de 27 anos, luta na Justiça para conseguir uma indenização da empresa. Nesta segunda-feira, foi Geyse Moraes de Souza que caiu num vão do trem e também perdeu o braço.

Naiara alega que a porta fechou sem nenhum aviso enquanto ela estava saindo da composição, prendeu a mochila dela, e o trem a derrubou no vão. Ela conseguiu proteger a cabeça, mas os vagões passaram sobre o braço dela. O acidente foi em junho do ano passado na estação Edson Passos, em Mesquita. Momentos antes, ela havia tido o celular roubado no trem.

— O dinheiro não vai trazer meu braço de volta, mas, quem sabe assim, eles melhorem a qualidade do serviço deles — afirmou a jovem.

Já Geyse caiu na estação Penha. Ela está internada no Hospital estadual Getúlio Vargas em estado estável.

— Hoje eu não consigo mais andar de trem e fiquei uns meses com síndrome do pânico. Eu queria convidar as lideranças do Rio a dar uma voltinha de trem no horário de pico e ver o que os passageiros sofrem — afirmou Naiara: — Eu nasci de novo naquele dia. Consegui tirar minha cabeça, mas perdi o braço. Mesmo assim foi um milagre eu ter sobrevivido. Os médicos disseram que era para eu ter morrido de hemorragia.

A Supervia informou que, na noite do dia 15 de junho de 2015, agentes de controle da SuperVia fizeram acionamento imediato do Corpo de Bombeiros para prestar atendimento a uma passageira que caiu no vão entre o trem e a plataforma, após tentativa de assalto na estação Edson Passos (ramal Japeri). Na ocasião, a concessionária designou uma assistente social para acompanhamento do caso, que foi registrado na 53ª Delegacia de Polícia. A SuperVia lamenta o ocorrido e reforça que tem como prioridade garantir a integridade física de seus passageiros e seu bem mais valioso, a vida. A SuperVia esclarece ainda que, de acordo com o contrato de concessão, a segurança pública no sistema ferroviário é atividade típica e exclusiva do Governo do Estado, que atua nas estações e trens por meio do Grupamento de Policiamento Ferroviário (GPFer).​

Fonte: extra globo

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