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Mulher ganha indenização milionária por parto violento nos Estados Unidos

goo.gl/3Khsfb | O parto é um momento delicado na vida de mãe e bebê. Há quem escolha a cesária, quem defenda o parto normal ou ainda o natural, em casa. Seja lá qual for a escolha, qualquer deslize na condução do procedimento pode deixar sequelas físicas e emocionais para mãe e criança. A americana Caroline Malatesta, de 36 anos, compartilhou sua história não tão feliz assim de parto.



Em 2012, aos 32 anos, ela esperava seu quarto filho. Os primeiros três partos foram feitos em um hospital, à base de medicamentos, deitada numa maca. Para a última gravidez, no entanto, Caroline queria algo mais natural e escolheu uma clínica especializada em Birmingham, a Brookwood Medical Center. O lugar prometia conforto e escolha – a mulher seria protagonista do seu parto.

No dia 12 de março de 2012, Caroline foi às pressas para a clínica no meio da madrugada depois de achar que sua bolsa havia se rompido. O problema é que o médico dela não estava de plantão, e ela ficou sob os cuidados de enfermeiras.

As enfermeiras têm papel fundamental no parto, mas Caroline não seu sorte com as suas. Quando entrou na sala de parto, uma delas pediu que ela usasse o banheiro, porque depois não poderia mais, o que Caroline estranhou, já que sue médico havia lhe garantido que o monitoramento sem fio permitiria que ela ficasse livre para ir ao banheiro quando quisesse.

“A partir daí, a história virou um ‘mas meu médico disse que eu podia’ e ‘mas você não pode'”, contou a mulher em uma entrevista. “A enfermeira me tratava como se eu fosse uma criança desobediente”.

A pior parte, no entanto, vem agora. Ainda que ela quisesse parir a criança apoiada nos joelhos, de quatro, a enfermeira a virou de costas, à força. Depois, quando a cabeça do bebê começou a coroa, ela o empurrou para dentro, impedindo que ele saísse. O marido de Caroline ficou confuso, porque achava que algo sério deveria estar acontecendo para a enfermeira agir daquela forma. No entanto, foi só o médico entrar na sala para o bebê nascer, um minuto depois.



Da experiência traumática, Malesta herdou uma dor abdominal insuportável, causada, segundo seu médico, por uma lesão num nervo, no momento do parto violento. Ela entrou com uma ação judicial contra a clínica e, no mês passado, ganhou US$ 16 milhões (R$ 52 milhões) de indenização por negligência.

Por Carolina Samorano
Fonte: metropoles

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