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Caso de polícia: professora é flagrada agredindo alunos dentro de escola pública

goo.gl/v8LM2f | Uma professora foi flagrada agredindo alunos com idades entre 8 e 9 anos, durante uma aula, na Escola Municipal Leodete Silvério Joi, em Barretos, interior de São Paulo. As imagens mostram a professora puxando a orelha, dando tapas na cabeça e atirando giz contra os estudantes. Um dos agredidos tem deficiência intelectual. O caso foi denunciado nesta terça-feira, 13, à Polícia Civil, pela direção da unidade, a partir da reclamação de um pai de aluno. A educadora, Lucimar do Nascimento Martins dos Santos, de 39 anos, foi afastada.



Caso foi denunciado à Polícia Civil pela direção da unidade Foto: Reprodução/Google Street View

As agressões vieram à tona depois que o pai procurou a direção da escola para contar que o filho, aluno do terceiro ano do ensino fundamental, havia relatado agressões com tapas durante a aula. O diretor pediu os vídeos de câmeras de segurança instaladas nas salas de aulas e confirmou a conduta irregular. Em menos de 20 minutos de gravação, a professora aparece beliscando a bochecha de um aluno, empurrando com força a cabeça de outros dois e puxando a orelha de outro. Um aluno ri da cena e leva um tapa na cabeça. Em seguida, a professora atira um giz em direção a outro estudante.

O vídeo foi apresentado ao delegado da Polícia Civil, Antonio Alício Simões Junior, que decidiu abrir inquérito por maus tratos e possível lesão corporal, já que o menino beliscado na bochecha apresentava um hematoma. Ele passou por exame no Instituto Médico Legal (IML), mas o resultado ainda não saiu. A professora será ouvida pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) ainda esta semana.

A Secretaria Municipal de Educação informou em nota que a professora era temporária e seu afastamento das aulas foi imediato. A pasta iniciou o processo para demissão da servidora, que não é concursada, mas passou por processo de seleção. Conforme a Secretaria, os pais foram informados do acontecido e das medidas tomadas. “Os alunos envolvidos no caso estão tendo todo o acompanhamento psicológico, oferecido pela Educação”, informou em nota. A reportagem não conseguiu localizar a professora. Seu telefone de contato informado à escola estava desligado.

Por José Maria Tomazela, O Estado de S. Paulo
Fonte: Estadão

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